quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Poucas decepções, favoritos confirmando as expectativas

Os poucos times de ligas maiores que jogaram a terceira fase preliminar da Champions League não decepcionaram. O Benfica segurou um 1x1 na Turquia, ante o Trabzonspor, e classificou-se, já que havia vencido em Portugal poe 2x0. O Rubin Kazan bateu o Dynamo de Kiev pela segunda vez, na Rússia, por 2x1. Após vencer por 2x0 na Holanda, o Twente segurou o 0x0 na Romênia ante o Vaslui e também passou. Como toda regra tem exceção, o Panathinaikos perdeu por improváveis 4x3 para o OB, da Dinamarca, e está fora da competição.
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Alguns times de maior nome também classificaram-se, como o BATE Borisov, que venceu o Ekranas por 3x1. O Kopenhagen, surpresa da última edição, venceu pela segunda vez o irlandês Shamrock Rovers, por 2x0. O Zurich, vice-campeão suíço, passou no sufoco pelo Standard Liége, por 1x0. Dois times conhecidos no cenário europeu, porém, desapontaram. O Rosenborg perdeu duas vezes para o caçula Viktoria Plzen, e o Rangers, nos minutos finais, cederam o empate que eliminou o time escocês aos suecos do Malmö, por 1x1.
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Pelo Mundial sub-20, os favoritos desencantaram. O Brasil jogou bem e fez fáceis 3x0 na Áustria, em Barranquilla. O time canarinho está empatando em pontos na liderança do grupo E com o Egito, que fez magros 1x0 no Panamá. Em confronto de grandes seleções e pouco futebol, Argentina e Inglaterra ficaram no 0x0, o que favoreceu o México, que passou fácil pela Coréia do Norte por 3x0, no grupo F. No grupo A, França e Colômbia venceram Coréia do Sul e Mali por 3x1 e 2x0, respectivamente. No grupo B, Cali viveu a maior surpresa da rodada, o empate do Uruguai com a Nova Zelândia por 1x1. Portugal, pelo mesmo grupo, fez a lição de casa e bateu Camarões por 1x0. Em dois grupos com jogos repletos de gols, a surpreendente Arábia Saudita fez 6x0 na Guatemala, enquanto a Nigéria fez 5x2 na Croácia, ambos os jogos em Armenia, no grupo D. No C, a Espanha garantiu vaga ao bater o Equador por 2x0, e a Costa Rica caminha para isso após vencer a Austrália por 3x2.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Price Tag

Sempre gostei muito da música do título do post. Acho a melodia bem construída e os efeitos de muito bom gosto, sem extrapolar. O ritmo e o clima da música fazem querer dançar, o que contribui para a minha simpatia pela canção. A cantora, Jessie J, vem da mesma escola pop britânica que só nesse milênio revelou ao mundo Lilly Allen, Amy Winehouse, Duffy, entre muitas outras. Além de nascerem na terra da rainha, todas elas tem em comum as boas letras, que não tratam apenas de um assunto - ou, ao menos dão um panorama diferente para esse assunto.
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Price Tag é um caso especial. A cantora indaga-se o quanto as pessoas prezam o dinheiro e deturpam os sentimentos, os valores, a moral e afins. Ela também mostra o quanto as pessoas mudam graças ao e para ter dinheiro, algo ainda mais deprimente. A canção ainda tem participação de B.o.B, rapper famoso pelas músicas Nothin' on You e Airplanes. Enfim, veja a letra da música.
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" Seems like everybody's got a price
I wonder how they sleep at night
When the sale comes first
And the truth comes second
Just stop for a minute and
Smile

Why is everybody so serious
Acting so damn mysterious
You got your shades on your eyes
And your heels so high
That you can't even have a good
Time

Everybody look to their left (yeah)
Everybody look to their right (ha)
Can you feel that (yeah)
Well pay them with love tonight

It's not about the money, money, money
We don't need your money, money, money
We just wanna make the world dance
Forget about the price tag

Ain't about the (ha) Cha-Ching Cha-Ching
Aint about the (yeah) Ba-Bling Ba-Bling
Wanna make the world dance
Forget about the price tag

We need to take it back in time
When music made us all unite
And it wasn't low blows and video hoes
Am I the only one getting... tired?

Why is everybody so obsessed
Money can't buy us happiness
If we all slow down and enjoy right now
Guarantee we'll be feelin'
All right

Everybody look to their left (yeah)
Everybody look to their right (ha)
Can you feel that (yeah)
Well pay them with love tonight

It's not about the money, money, money
We don't need your money, money, money
We just wanna make the world dance
Forget about the price tag

Ain't about the (ha) Cha-Ching Cha-Ching
Ain't about the (yeah) Ba-Bling Ba-Bling
Wanna make the world dance
Forget about the price tag

Yeah yeah
Well, keep the price tag
And take the cash back
Just give me six streams and a half stack
And you can keep the cars
Leave me the garage
And all I
Yes all I need are keys and guitars
And guess what, in 30 seconds I'm leaving to mars
Yes we leaving across these undefinable odds
Its like this man, you can't put a price on life
We do this for the love so we fight and sacrifice every night
So we ain't gon' stumble and fall never
Waiting to see, a sign of defeat uh uh
So we gon' keep everyone moving their feet
So bring back the beat and then everyone sing
It's not about

It's not about the money, money, money
We don't need your money, money, money
We just wanna make the world dance
Forget about the price tag

Ain't about the (ha) Cha-Ching Cha-Ching
Aint about the (yeah) Ba-Bling Ba-Bling
Wanna make the world dance
Forget about the price tag

It's not about the money, money, money
We don't need your money, money, money
We just wanna make the world dance
Forget about the price tag

Ain't about the (ha) Cha-Ching Cha-Ching
Ain't about the (yeah) Ba-Bling Ba-Bling
Wanna make the world dance
Forget about the price tag "

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ela morreu de amor

Ótimo texto sobre a morte de Amy Winehouse da Revista Alfa. Estendo esse texto não só pras almas femininas ( o que, aliás, é uma generalização errada e desnecessária ), mas pra quem ama. Ama de verdade, claro. O texto, na íntegra, pode ser conferido aqui.
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" Amy Winehouse era uma garota aterrorizada pela solidão. Seus trejeitos trôpegos e atitudes agressivas escondiam a urgência sanguínea em ser amada. Profundamente. Desejava, mais do que tudo, alguém que a protegesse. Frágil, dependia dos olhos do outro para enxergar-se. De maneira exacerbada, Amy é a representação da alma feminina: existir só tem sentido se houver amor.
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Para mulheres presas nos movediços bastiões do romantismo, como ela, amar é conviver com uma dor aguda e contínua. A impossibilidade de partilhar a sensação de ter o peito esmagado num desespero negro. Não há cura: por mais que bebam, cheirem ou se dopem, jamais encontrarão o inexistente remédio para a angústia de existir.
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A cantora buscava no amor a sensação fugaz de ser salva, divina e suavemente resgatada do oceano de tristezas vindouras, protegida da falta de sentido. Sua relação com Blake Fielder-Civil, seu ex-marido, foi uma partilha de sombras e desgraças que criou um elo inquebrável — como mulheres que apanham do marido e continuam ao seu lado, defendendo-os ferozmente. Amy parecia ter certeza de viver algo tão especial a ponto de não ser compreendido por mais ninguém. Mesmo a relação virando um tsunami de autodestruição (Blake assume a responsabilidade em iniciá-la nas drogas pesadas), ela parecia feliz por ter encontrado seu homem.
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Depois de inúmeras brigas, idas e vindas, com Blake na cadeia, condenado por roubo, Amy se deparou com a sombra que, como cão sem dono, nunca saiu de perto: mesmo com outros em sua cama, fãs em sua janela e garrafas pelo chão, a solidão era sua única companhia real. Sempre seria. E isso a dilacerou.
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“Why do I wish I never played
Oh what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game”
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As almas mais delicadas não calejam com as dores. Ao contrário, tornam-se mais finas – um espinho enfiado no pé que, a cada passo dado, entra mais fundo. A impossibilidade de viver um amor é sempre mais intensa que vivê-lo de fato.
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Amy usou o recurso mais antigo do mundo para evitar enxergar que ninguém apaziguaria sua alma: sedou-se. Ódio, sexo, sarcasmo, suicídio cotidiano travestido de diversão, tudo faz parte do coquetel de anestesia temporária. Nesse caminho que liga o desejo de transcender com o desânimo de tentar, alguns se arruínam, alguns arruínam aos outros.
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Os mais sensíveis, sucumbem. Por que amar demais, mata. "

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Veríssimo, boníssimo


Luís Fernando Veríssimo é um consagrado escritor brasileiro, capaz de divertir crianças e adultos com suas crônicas engraçadas sobre temas cotidianos, repaginando as comédias de costumes dos tempos do segundo Império. Filho de Érico Veríssimo, outro consagrado escritor que ganhou fama ao ambientizar o seu Rio Grande do Sul, o autor mostra-se à vontade no livro " Os Espiões ".
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A história gira em torno de um mistério, que os " espiões " ( a saber, um grupo de amigos que se encontra num bar de Porto Alegre ) tentam desvendar. Ao receber um projeto de livro em sua editora, um editor que vive um casamento falido e trabalha sem vontade alguma, contando as horas para fazer sua rotineira visita ao bar do Espanhol e encontrar alguns poucos amigos ( os " espiões " já citados ), tem sua atenção despertada para um envelope que trazia um início de livro, que contava uma história interessante.
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Conforme o tempo passava, notava-se a dramaticidade da história, e começam a surgir suspeitas de que a história era baseada em fatos reais. Cada vez mais interessados na autora ( ou protagonista, ou os dois ) da história, os amigos pedem uma foto, e logo se encantam pela moça. Ao descobrir que a mulher morava no interior gaúcho, numa cidadezinha chamada Frondosa, logo eles fazem planos para encontrá-la.
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O final, mais previsível que cobrança de pênalti do Elano, decepciona um pouco, é verdade. Mas não dá pra culpar Veríssimo, que quase sempre fez crônicas, por isso. Muito pelo contrário: temos que venerá-lo por como ele construiu uma história satirizando as histórias de suspense e os thriller policiais, com diálogos cheios de ironia, que dão o tom sarcástico do livro.
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Vale muito a pena ler " Os Espiões ", do maior escritor vivo do país, uma verdadeira ode ao bom-humor e um presente ao leitor de bom gosto intelectual.

Poucos amigos

Todos sabemos da importância da leitura para a formação de um ser intelectual pensante, e não mero anunciador da idéia de terceiros. Isso é óbvio para alguns, mas a maioria segue não lendo nada, continuando alienado. Na coluna da última página de Veja dessa semana, JR Guzzo discorre muito bem sobre o tema. É a Veja, mas a Veja, como toda e qualquer outra publicação, tem coisas boas também.
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" Numa dessas anotações que certamente contribuíram para lhe dar a reputação de grande fotógrafo da existência humana em sua época, Stendhal observou que a Igreja Católica aprendeu bem depressa que o seu pior inimigo eram os livros. Não os reis, as guerras religiosas ou a competição com outras religiões; isso tudo podia atrapalhar, claro, mas o que realmente criava problemas sérios eram os livros. Neles as pessoas ficavam sabendo de coisas que não sabiam, porque os padres não lhes contavam, e descobriam que podiam pensar por conta própria, em vez de aceitar que os padres pensassem por elas. Abria-se para os indivíduos, nesse mesmo movimento, a possibilidade de discordar. Para quem manda, não pode haver coisa pior - como ficou comprovado no caso da Igreja, que foi perdendo sua força material sobre países e povos, e no caso de rodas as ditaduras, de ontem, de hoje e de amanhã. Stendhal estava falando, na sua França de 200 anos atrás, de algo que viria a evoluir, crescer e acabar recebendo o nome de "opinião pública". Os livros, ou, mais exatamente, a possibilidade de reproduzir de forma ilimitada palavras e ideias foram a sua pedra fundamental.
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A leitura de livros, ou de qualquer coisa escrita, não parece estar num bom momento no Brasil de hoje; a opinião pública também não. Vive-se uma época em que a cada três meses é anunciada alguma "revolução" nisso ou naquilo, depois da qual o mundo nunca mais "será o mesmo" de antes. Quando tais portentos envolvem áreas ligadas à comunicação, sempre se insiste, de um jeito ou de outro, em prever que a leitura está a caminho de se transformar num hábito do passado. Cada vez mais, no dia a dia, sua valorização posta de lado - ou "relativizada", como se diz. É comum, por exemplo, ouvir declarações lamentando que árvores sejam cortadas para produzir papel destinado à impressão; a única forma aceitável de leitura, para muita gente boa, deveria ser a tela de algum artefato digital. Empresas de grande renome não consideram uma virtude, no julgamento de seus executivos, o gosto pela leitura, a não ser que se trate de publicações profissionais. Não passa pela cabeça de nenhum recrutador perguntar a um candidato a emprego o que ele está lendo, por mais alto e bem pago que seja o posto a ser preenchido. É claramente desaconselhável ao funcionário, no ambiente de trabalho, deixar sobre a mesa qualquer livro que não seja diretamente ligado à sua atividade. Arrisca-se, caso contrário, a ser interrogado pelo chefe: "Por que você está lendo isso?". Nas novelas de televisão, que continuam sendo o principal entretenimento para milhões de brasileiros, jamais se vê um personagem lendo um livro. Discute-se com muito calor, no momento, quantos beijos entre pessoas do mesmo sexo podem ser dados num capítulo, ou se um casal gay pode aparecer tomando o café da manhã na cama; prega-se, ao longo da trama, todo tipo de causa, da defesa das geleiras à política de cotas raciais, da preservação dos mangues à condenação da gordura trans. O que não aparece, de jeito nenhum, é alguém lendo alguma coisa. O ato de ler também está banido da publicidade de consumo; há uma clara preferência, aí, por algo que se parece muito com um culto intensivo à boçalidade. Da atitude geral do governo diante da leitura, então, é melhor nem falar; registre-se, em todo caso, sua profunda satisfação em anunciar, sempre que é incomodado pelo noticiário de escândalos publicado na imprensa, que "o brasileiro não lê nada".
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Naturalmente, ninguém se coloca hoje como inimigo dos livros; mas é certo que muitos se beneficiam com o fato de que a leitura, nestes dias, tem poucos amigos na praça. Quanto menos se lê, menos ideias são mantidas em circulação. Quanto menos ideias, menos espaço sobra para a discordância, a procura de alternativas e a fiscalização dos atos do governo. O resultado, na prática, é uma indiferença generalizada em relação ao comportamento de quem governa. Não há muito a fazer quanto a isso. A opinião pública não tem nenhuma obrigação de pensar assim ou assado, muito menos de estar "certa" - ela é o que é, e parece perfeitamente inútil esperar que sinta o que não sente, ou que queira o que não quer. Essas realidades, entretanto, têm o seu preço. No caso do Brasil atual, o desinteresse pelo que acontece na vida pública é pago com a multiplicação, em ritmo cada vez mais rápido, de todo tipo de parasitas dedicados a prosperar com o dinheiro do Erário. É certo que eles não irão embora por sua livre e espontânea vontade. "

Rio em estado de graça

É raro um estado que tem mais de dois times na divisão principal do Brasileirão. Normalmente, apenas Rio de Janeiro e São Paulo conseguem tal feito. Imagine então ter mais de dois ( nada mais, nada menos que quatro times ) entre os vinte principais do país e todos vencerem. Foi isso que aconteceu com o Rio nessa rodada: quatro jogos, nove gols marcados, nenhum gol sofrido e quatro vitórias.
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As primeiras vitórias vieram no sábado. Ronaldinho, atuando pelo Flamengo, jogou muito bem contra o Grêmio, time que o revelou - e dono duma torcida que odeia o ex-meia do Barcelona. Ele fez o segundo gol nos 2x0 do rubro-negro. O Botafogo, que vinha em decadência, surpreendeu ao vencer fora de casa o também decadente Cruzeiro, por 1x0. No domingo, o Fluminense goleou o Ceará por 4x0 na cidade maravilhosa e o Vasco foi até o Morumbi e aproveitou-se dum péssimo segundo tempo do São Paulo para fazer 2x0 no time paulistano.
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Em geral, os paulistas foram mal, pra ficar no critério estadual. Além do São Paulo, o líder Corinthians perdeu várias chances e tomou a virada do desesperado Avaí, por 3x2, em Santa Catarina. Também no Sul, o Santos visitou o Atlético Paranaense e segurava o empate até os 46 do segundo tempo, quando Marcinho fez de cabeça o último gol dos 3x2 da partida, que deu a vitória ao Furacão. Como a exceção confirma a regra, o Palmeiras venceu o Atlético Mineiro por 3x2 e segue invicto no estádio do Canindé.
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Nos demais jogos, o Bahia conseguiu a primeira vitória em casa ao bater o Figueirense cada vez mais em queda por 3x1, o Coritiba conseguiu a primeira vitória fora de casa nos 3x1 contra o desanimado América Mineiro e o Internacional não saiu do 0x0 ante um ascendente Atlético Goianiense, com direito a um polêmico encerramento de partida, no qual o árbitro Jailson Macedo Freitas encerrou a peleja antes duma falta perigosa a ser batida pelo time colorado.
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Na série C, impressiona o equilíbrio do grupo D. Na rodada, o Santo André saiu da lanterna ao vencer o Caxias por 1x0, gol de cabeça de Daniel Gigante, entregando a última posição para os gaúchos. O Joinville venceu a Chapecoense por 2x1 e um triplo empate entre os dois times e o Brasil de Pelotas ocorre na liderança do grupo, os três times com 4 pontos. Na chave C, o Ipatinga fez fáceis 4x1 no Marília e tem 100% de aproveitamento, com os mesmos 6 pontos do Brasiliense, que fez 2x0 no Macaé. No grupo A, segue a boa e surpreendente fase do Luverdense, que fez 3x2 no Rio Branco em plena Arena da Floresta - a rodada do grupo será fechada hoje, com Araguaína x Águia. Por fim, na chave B, a liderança é dividida entre quem venceu na rodada: América de Natal ( que fez 1x0 no Campinense ) e CRB ( que bateu o Guarany por 2x0 )
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Na série D, segue a má fase do Nacional do Amazonas. Em Manaus, o Naça perdeu para o conterrâneo Penarol, por 2x1. Outro tradicional que perdeu foi o Sampaio Côrrea, que perdeu também por 2x1 para o Comercial, no Piauí. O Santa Cruz visitou o Porto em Caruaru e tomou o empate por 2x2 no finzinho, graças a um gol de falta de Altemar. Triplo empate na liderança do grupo 4, entre Bahia de Feira, Treze ( times que se enfrentaram, 2x1 pro Treze ) e Coruripe, que venceu o saco de pancadas Vitória da Conquista por 2x1. Líder do grupo 7, o CENE passou fácil pelo Mirassol, no Mato Grosso do Sul, por 4x1. O Juventude decepcionou e perdeu para o Cianorte, líder do grupo 8, fora de casa, por 2x1.
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No mundial sub-20, veio a primeira surpresa. A Croácia perdeu para a Arábia Saudita, por 2x0, e deixou a seleção enxadrezada em situação complicada no grupo D, já que vai ter que se virar pra vencer a Nigéria, que, em ritmo de treino, fez 5x0 na Guatemala. No grupo C, a Espanha já é líder após fazer 4x1 na seleção de Costa Rica. A pequena Fúria foi beneficiada graças ao empate entre Equador e Austrália, por 1x1.
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Na terceira fase preliminar da Champions League, poucas surpresas. O Benfica venceu com facilidade o Trabzonspor por 2x0 em solo português. Kopenhagen, Maccabi Haifa e Twente também passaram por Shamrock Rovers, Maribor e Vaslui, respectivamente, em seus domínios. Panathinaikos e OB ficaram no 1x1 na Dinamarca, em resultado muito interessante para os gregos. As decepções ficaram por conta de Rangers e Rosenborg, que perderam em casa para Malmo e Viktoria Plzen, por 1x0.
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Pelas qualificatórias da Liga Europa, os times das principais ligas do Velho Mundo conseguiram bons resultados. O Rennes foi até a Geórgia enfrentar o Metallurg Rustavi e fez um bejo jogo, ganhando por 5x2 e praticamente selando classificação para a próxima fase. Os holandeses do AZ Alkmaar bateram o Jablonec, da República Tcheca, por 2x0, nos paíxes baixos - resultado que salvou a pele holandesa, já que o ADO den Haag perdeu por 3x0 para o Omonia Nicosia, do Chipre. O Stoke City fez um magro placar na Inglaterra ante o Hadjuk Split: 1x0. Com dificuldades, o Atlético de Madrid venceu o norueguês Stromgodset na Espanha por 2x1. As surpresas ficaram por conta de Fulham e Mainz 05. Os Cotaggers ficaram no 0x0 com o Split, na Croácia, enquanto os alemães não saíram do 1x1 ante o Gaz Metan, da Romênia.
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O Los Angeles Galaxy segue sendo o melhor time da MLS, sobretudo após bater fora de casa o Vancouver Whitecaps, por 4x0, com direito a gol de Landon Donovan. O time de LA é seguido de perto pelo vice-líder da conferência leste, o FC Dallas, que suou pra vencer o Chivas USA em casa por 1x0. Quem vem perdendo espaço é o Philadelphia Union, terceiro na conferência, que perdeu para o Colorado Rapids por 2x1.
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O Thun segue como a sensação da Swiss Super League. O time segurou o 0x0 ante o Luzern, fora de casa, e contou com vacilos de seus rivais pela ponta. Seus principais perseguidores também bobearam, já que o Basel ficou no 2x2 com o Grasshopper e o Young Boys também empatou por 1x1, este com o Servette. Numa rodada com tantos empates, destaque para o Sion, que foi até a casa do Neuchatel Xamax e fez 3x0 nos anfitriões, posicionando-se na vice-liderança da competição.
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Pela Austrian Bundesliga, os favoritos decepcionaram. Atual campeão austríaco, o Sturm Graz tornou-se o lanterna do nacional ao perder do Kapfenberger por 3x0, fora de casa. Os líderes Rapid Viena e Red Bull Salzburg empataram em casa por 0x0 ante Ried e Mattersburg, respectivamente.
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O Shaktar Donetsk foi parado em Kiev, pelo Arsenal local, por 1x1, e perdeu o 100% de aproveitamento na Premyer Liga ucraniana. Os mineiros seguem líderes com 10 pontos, mas já vêem o vice-líder Vorskla Poltava na cola, um ponto átras, após bater o Karpaty Lviv por 2x0. Outro empate em outro confronto entre times das cidades de Donetsk e Kiev ocorreu, já que o Metalurh Donetsk ficou no 0x0 ante o Dynamo.
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O líder da Liga Premier russa, o CSKA Moscou, empatou e os seus mais diretos perseguidores, Zenit e Dínamo, aproveitaram-se. O time da capital decepcionou ao ficar no 1x1 com o modesto Kuban em casa, enquanto, também em casa, o Zenit bateu o Spartak Nalchik e o Dínamo Moscou o Volga, por 1x0 e 2x0, respectivamente.
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Na estréia da Jupiler League, os grandes tiveram estréias das mais variadas. O Brugge não tomou conhecimento do Westerlo e fez 5x0, em casa. Outro que venceu bem em casa foi o Genk, que fez 3x1 no Germinal Beerschot; O Standard Liége visitou o caçula Mons e ficou no 1x1. Outro caçula, o Leuven, protagonizou a maior surpresa da rodada, ao fazer 2x1 no Anderlecht.
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No seu GP de número 200 na FI, Jenson Button conseguiu sua 11ª vitória na categoria no GP da Hungria. Em corrida marcada pela garoa, o inglês ganhou a corrida na estratégia de colocar o pneu macio mais cedo, que durava mais que o supermacio e tinha desempenho na velocidade semelhante. Mantendo a média, Sebastian Vettel, líder desde o começo do campeonato, foi o segundo colocado, com Fernando Alonso em terceiro, completando o quarto pódium seguido. Em corrida no qual foi punido graças a uma manobra perigosa, Lewis Hamilton recuperou-se e ficou em quarto, a frente de Mark Webber e Felipe Massa. Completaram a zona de pontuação Paul Di Resta, Sebastian Buemi, Nico Rosberg e Jaima Alguersuari.